Trabalho Interno – (Inside Job Documentário 2010)

Através de uma pesquisa extensiva e entrevistas com economistas, políticos e jornalistas, “Inside Job – A Verdade da Crise”, mostra-nos as relações corruptas existentes entre as várias partes da sociedade.

Narrado pelo ator Matt Damon e realizado por Charles Fergunson, este é o primeiro filme que expõe a verdade acerca da crise económica de 2008. A catástrofe, que custou mais de $20 triliões, fez com que milhões de pessoas tenham perdido as suas casas e empregos.

“Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição.”

Simón Bolivar


“Tudo que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento.”

Carlos Bernardo González Pecotche

Jornalista tenta lacrar mas colega deslacra!

Repórter corrige no ar âncora da Globo que tenta atribuir culpa a Bolsonaro por tragédia (Veja o Vídeo)

A ordem para os apresentadores dos programas da Rede Globo, pelo visto é encontrar meios de lacrar contra o governo de Jair Bolsonaro.

Com os ‘bolsos’ doloridos, a emissora partiu para a guerra. Vale tudo. Forçar situações, difamar, distorcer e caluniar.

Nesta terça-feira (29) no Jornal da Globo News, edição das 10, a âncora Aline Midlej apelou tentando atribuir alguma culpabilidade ao governo que recém foi empossado, pela tragédia em Brumadinho.

Aline dá como exemplo o ocorrido e aduz que o governo tem que refletir sobre a questão da conciliação entre o desenvolvimento econômico com a preservação do meio ambiente.

Do outro lado da tela, estava o experiente repórter Valdo Cruz.

Sem titubear, Valdo cortou no ato a argumentação da colega. Não disse nada de extraordinário, apenas o óbvio.

Veja o vídeo:

Leonardo DiCaprio fala de desmatamento em Rondônia

O ator Leonardo DiCaprio aderiu de forma diferente à brincadeira “ Desafio dos 10 anos” (10 Years Challenge). Enquanto pessoas comuns e celebridades compartilham as próprias fotos de quando eram há dez anos e como estão hoje, o ator de 44 anos, resolveu fazer um alerta, no fim de semana, em sua conta do Instagram, sobre o desmatamento na Amazônia. DiCaprio postou duas imagens de satélites, lado a lado, da região de Rondônia de 2006 e 2018.

https://www.instagram.com/p/BsyXT5Jl0LA/?utm_source=ig_share_sheet&igshid=1ebzba66hgnvv

Na publicação, escreve o ator: “A região de Rondônia, no Brasil, originalmente, tinha mais de 200 mil km² de floresta tropical, mas se tornou um dos lugares mais desmatados da Amazônia”. E marcou com a hashtag #10YearChallenge (Desafio dos 10 anos).

A história incendiada

O retrato de uma sociedade é o resultado da análise de tudo o que sobra para ser desenterrado muitos anos depois. No futuro, quando a arqueologia fizer suas escavações à procura de sinais que ajudem a entender a decadência do Brasil, encontrará em meio aos escombros deste domingo, dia 2 de setembro de 2018, evidências de que o cinismo é o máximo de sofisticação filosófica que a civilização foi capaz de alcançar nesta terra de palmeiras.

Foto: Tânia Rêgo

Museu Nacional. Foto: Tânia Rêgo

Só o cinismo aproximará o Brasil da verdade. Numa velocidade de truque cinematográfico, as chamas consumiram (https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/09/apos-mais-6-h-bombeiroscontrolam-incendio-no-museu-nacional-no-rio.shtml) a história armazenada durante 200 anos no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, no Rio. Os arqueólogos encontrarão uma camada de oportunismo político sobre as cinzas. Eles se espantarão com os resíduos de uma nota oficial de Michel Temer. Lerão no documento: ”Incalculável para o Brasil a perda do acervo do Museu Nacional. Hoje é um dia trágico para a museologia de nosso país.

Foram perdidos duzentos anos de trabalho, pesquisa e conhecimento. O valor para nossa história não se pode mensurar, pelos danos ao prédio que abrigou a família real durante o Império. É um dia triste para todos brasileiros”. Os pesquisadores descobrirão que o mesmo Temer dera de ombros para a tentativa do diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, de ser recebido no Planalto. Queria conversar sobre as ruínas da instituição e a necessidade de reformas. Pleiteava a ocupação de um terreno da União. Nele, instalaria a administração do museu, para que o prédio histórico pudesse ser restaurado. Mas Alexander não conseguiu passar “do cara do cafezinho (https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2018/05/bicentenario-museu-nacional-omais-antigo-do-pais-tem-problemas-de-manutencao.shtml)”.

Os arqueólogos gargalharão quando derem de cara com uma manifestação da senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT: “O museu é mais uma vítima do golpe, da turma do austericídio.” Constatarão que o torniquete financeiro que asfixiou o 03/09/2018 foi agravado sob Dilma Rousseff, a quem Gleisi servira como ministra-chefe da poderosa Casa Civil da Presidência. Desde o ocaso do primeiro mandato de Dilma que o Museu Nacional, subordinado à Universidade Federal dio Rio, não recebia nem mesmo a totalidade dos R$ 520 mil anuais que deveriam custear sua manutenção.

A rubrica murchou para R$ 427 mil em 2014. Gleisi não chiou. A cifra caiu para R$ 257 mil em 2015. Nem um pio de Gleisi. Em 2016, ano do impeachment, liberaram-se R$ 415 mil. Nada de Gleisi. No ano passado, R$ 346 mil. E Gleisi: “zzzzzzzzzzzz”. Até abril de 2018, foram repassados irrisórios R$ 54 mil. Súbito, o incêndio ateou em Gleisi uma indignação cenográfica.

A arqueologia concluirá que a decadência transformou o Brasil numa cleptocracia pós-ideológica. O problema não era de esquerda nem de direita. O problema era a meia dúzia que se revezava por cima, zelando para que as verbas do Tesouro Nacional, extraídas do bolso dos que estavam por baixo,  continuassem saindo pelo ladrão. Quando for estudada no futuro, a realidade brasileira parecerá ainda mais inacreditável. Além do cinismo, os estudiosos ficarão intrigados com o excesso de ironia.

Descobrirão que, por uma trapaça do destino, a história guardada no Museu Nacional virou cinzas num instante em que o BNDES liberava R$ 21,7 milhões (http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2018/09/02/ha-3-mesesmuseu-nacional-assinou-contrato-de-patrocinio-com-o-bndes.htm) para reformar o prédio. O fogo chegou antes. Coube aos bombeiros realizar a descoberta mais constrangedora: a inépcia e a corrupção cresceram tanto que fizeram desaparecer no Brasil até a água dos hidrantes (https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/09/falta-de-agua-emhidrante-prejudicou-combate-a-incendio-diz-corpo-de-bombeiros.shtml).

Uma declaração do ministro da Cultura de Temer revelará que, no dia 2 de setembro de 2018, desapareceu também o senso de ridículo das autoridades: ”Já falei com o presidente Michel Temer e com o ministro da Educação. Vamos começar a fazer o projeto de reconstrução do Museu Nacional, para ver quanto é e como viabilizar.” Os arqueólogos atestarão que, do ponto de vista político, o homem público brasileiro era apenas um cadáver mal informado. Não sabia que havia morrido.

Fonte:
https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2018/09/03/ha-cinismo-sobre-as-cinzas-do-museu-nacional/?

NASA disponibiliza todas as fotos do homem na lua

O site The Project Apollo Arquive (‘Projeto Apollo’) divulgou nos últimos dias mais de 8.000 imagens das missões espaciais que levaram o ser humano à Lua entre 1969 e 1972. O projeto é uma iniciativa de um aficionado norte-americano, Kipp Teague, que desde 1999 conseguiu as fotografias através da NASA. As fotos, algumas espetaculares e outras de escassa qualidade, podem ser consultadas em sua conta do Flickr. Todas as imagens tiradas na superfície da Lua pelos astronautas, com suas câmeras Hasselblad instaladas no peito, estão incluídas na coleção, segundo explicou Teague à Sociedade Planetária, uma organização não governamental dedicada a promover a exploração espacial.

AS11-37-5471
Para ver todos os álbuns clique aqui:
https://www.flickr.com/people/projectapolloarchive/

Audiência pública para discutir medidas de combate a corrupção

(Ocorrida no dia 18 de abril de 2018, anexo II Plenário 6 da Câmara dos Deputados)

Veja aqui o vídeo completo da audiência pública que foi pautada por diversos líderes dos movimentos sociais da direita brasileira.
Porque o próximo passo é sair das ruas, tomar partido e entrar nas casas legislativas para mudar o que está errado na política.

PAUTA

Convidados:

MEIRE CRUVINEL
Coordenadora de Brasília e Centro-Oeste do Movimento Brasil Livre – MBL, Foi substituída por BIA KICIS  (CONFIRMADA).

JULIANA DIAS
Coordenadora do Movimento Vem pra Rua, será representada por CELINA FERREIRA, Líder de Brasília do Movimento Vem pra Rua; (CONFIRMADA).

CLAY ZEBALLOS
Fundador e Coordenador do Movimento Brasil Contra a Corrupção – MBCC; (CONFIRMADO).

RICARDO NORONHA
Fundador e Presidente do Movimento Limpa Brasil; (CONFIRMADO) e

BRUNO SAL
Coordenador do Movimento Corrupção Zero. (CONFIRMADO).

Requerimento n° 282/2018, de autoria dos Dep. Laerte Bessa (PR/DF), Eduardo Bolsonaro (PSL/SP), João Campos (PRB/GO) e Vinicius Carvalho (PRB/SP).

ORGANIZADO POR

CSPCCO – Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Tenha o titulo eleitoral sempre a mão!



O TSE lançou um novo aplicativo que vai facilitar a vida do eleitor: o e-Título. Além das informações disponíveis na versão impressa do título eleitoral, o aplicativo para smartphones também informa o endereço do local de votação georeferenciado e dá informações sobre a situação do eleitor. Mas a principal novidade mesmo é que, para quem tem foto cadastrada, o documento poderá ser utilizado para votar.

Baixar para Android

Baixar para Iphone

Já que este APP poderá ser usado no dia da votação, significa que poderemos estar com os celulares para tirar foto/filmar o voto, se todos fizerem esse procedimento, vai dar pra saber se as urnas são fraudadas mesmo!

Após baixar o App, preencha com seus dados e pronto! Pode deixar seu título de papel em casa e andar somente com o aplicativo no celular!
Caso você não saiba o número do seu título, use o botão abaixo para descobrir!

Na praça dos 3 poderes em uma das marchas contra a corrupção